Deixo essa por quem for cair
Eu não, jamais
Não tem como cair mais
Nem por mim ou por meus pais
Tenho a obrigação de fingir
De carregar o peso do que ele errou
Por parecer que nunca acertou
Pela pena falsa que alguém me doou
Até isso...
Nem deuses nem o azul
Chamem de bunda ou de cu
Santidade é maior que nós por ideais
Eu não, jamais.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Uma direção só.
Vou deixar a pílula na caixa
Pra ser, talvez, mais fácil engolir
A água e a certeza de querer viver
O vinho que virou vinagre sem querer
Vou estar onde o nosso amor se encaixa
Mesmo engasgando ao te ver sorrir
Pelos sonhos palpáveis ou não
Pelas vidas prováveis no céu ou no chão
E aonde quer que eu esteja
Esteja bem por mim
Mesmo cantando tristezas
Estou bem perto de ti
E se eu sair, me busque
E se não der, não se assuste
Pois estarei tentando te encontrar também
Vou deixar o bilhete na catraca
Pra te fazer chegar de graça
E esse tempo que me fez morrer
Só abriu portas pra eu poder crescer
E te dar os meus amigos e sonhos
E te doar todos os meus contornos
Pra sempre dar tempo de viver
E quem sabe essa nuvem desaparecer.
Pra ser, talvez, mais fácil engolir
A água e a certeza de querer viver
O vinho que virou vinagre sem querer
Vou estar onde o nosso amor se encaixa
Mesmo engasgando ao te ver sorrir
Pelos sonhos palpáveis ou não
Pelas vidas prováveis no céu ou no chão
E aonde quer que eu esteja
Esteja bem por mim
Mesmo cantando tristezas
Estou bem perto de ti
E se eu sair, me busque
E se não der, não se assuste
Pois estarei tentando te encontrar também
Vou deixar o bilhete na catraca
Pra te fazer chegar de graça
E esse tempo que me fez morrer
Só abriu portas pra eu poder crescer
E te dar os meus amigos e sonhos
E te doar todos os meus contornos
Pra sempre dar tempo de viver
E quem sabe essa nuvem desaparecer.
domingo, 7 de julho de 2013
Todo risco.
Me amarrei na corda por saber que a culpa é minha
Não andar e até a saudade sem rima
Eu troquei de roupa olhando pra cima
Vendo a luz na janela que tantas vezes vi
Em outras horas, outros tempos em nós, em si
Alegria e medo são gêmeas ao se importar
Pra ninguém entender nem aprender amar
Quente por estar ao norte de manhã
E de noite tanto faz por nem ser ainda amanhã
Mas aí passa, num piscar de seis horas corridas
Pra quem não aprendeu como fechar as feridas
Uma de cada lugar, duas ou mais por respirar
E assim a gente vai na esperança de nos vencer
Tudo isso ao passar do tempo sem retroceder
E a bomba-relógio que se ativa e me explode
Da vida que deita em cima da gente e não fode.
Não andar e até a saudade sem rima
Eu troquei de roupa olhando pra cima
Vendo a luz na janela que tantas vezes vi
Em outras horas, outros tempos em nós, em si
Alegria e medo são gêmeas ao se importar
Pra ninguém entender nem aprender amar
Quente por estar ao norte de manhã
E de noite tanto faz por nem ser ainda amanhã
Mas aí passa, num piscar de seis horas corridas
Pra quem não aprendeu como fechar as feridas
Uma de cada lugar, duas ou mais por respirar
E assim a gente vai na esperança de nos vencer
Tudo isso ao passar do tempo sem retroceder
E a bomba-relógio que se ativa e me explode
Da vida que deita em cima da gente e não fode.
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