segunda-feira, 10 de junho de 2013

Das agonias, a força. Das palavras, as vezes, nada.

Não é competição de sabedoria
Mas se fossem ouvidos radiaria
Por quem entende só assim
Pra verdade que sobra só pra mim
Enfim, inquisição não é poder
Me resta o choro em não convencer
Em não usarem meus altares do coração
Por não ser um grande veículo de comunicação
E o querer acordar com o meu próprio
Propriamente dito eu escrevi um prólogo e epílogo
Mas ninguém leu, escreveu, ó meu Deus

O que eu faço agora pra me suportar?
E quando isso vai fazer despertar?
Ao invés de vento dos outros vir me derrubar
Me esquecer no dia seguinte e nada devagar
E se leio pouco é pra me torturar
Pra ser mais nobre e me denominar
Ao meu encontro eu quero teu escutar
Quem sabe assim seja mais fácil amar
Ar, ar, ar, ar e só falta agora respirar.

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