botando os pés no chão.
Agora tenho mais cem metros
de caminho pra andar por dia.
E o trânsito segue imprevisível,
combinando com o nosso amanhã.
Vinte minutos suando ao caminhar,
mesmo no frio, no calor, na chuva.
Eu quero meus pés no chão,
andando e vendo os rostos sérios
dessa imensa e forte e louca solidão.
De todos rostos somos mais um na multidão.
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