segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Não aguento yoga, aguento reinventar asas.

Eu queria
as fotos
de cor,
de qualquer
celular rosa.
Era moda.
Que tocava
uma música,
único tom,
bocas vivendo: 
um momento
que jogaram
no mar.
Pena agora
esse mar
ser enorme
pra procurar.
Pelas areias
daquela praia
apagada tanta,
se sonhava mais.
Prédio alto,
outro lado,
gestos francos,
é errado
viver pouco.
Escadas, rua,
de cima
eu vi.
Quem esquece,
sorte sua.

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