quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Comendo livros do Abreu, se é que ele tem livros...

A gente escolhe ser
O que queremos inventar
Pegamos o trecho do livro
E fazemos dele um gesto
Pra transcender o que foi lido
E admirado pelos olhos
Vezes do coração e a vida diz
Não! Assim não se vai, só assim
É tudo mais e mais do que é ou parece
Daí perdemos a fé e a vida envelhece
Não erremos assim
Façamos nós o caminho das linhas do caderno
Com letras, desenhos, formas e símbolos
Qualquer coisa é melhor
Do que pensar com a cabeça de alguém.

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