terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Dois mil e treze.

Quando passa o ano a gente tira o pé do chão um pouquinho
Um pouquinho mais do que o normal do dia-a-dia
A gente tem anseio de ir rápido ao invés de ir de mansinho
E tenta esquecer o quanto de tempo ontem a gente perdia

Em querer brigar, em pensar que chorar nos traria a aurora
E não querer mais o passado ruim
É moda lá fora e sempre foi

Espero que o mundo do bem não dure só essa semana
Ao contar como foi sua viagem no trabalho ou na escola
Os telefonemas que fez e os abraços que deu em quem ama
E que esses gestos todos durem muito mais que só uma hora

Pra não brigar, em fingir que está bem quando não se está
Esquecendo da dor no peito e das contas pra pagar
Mundo perfeito não há
Mas há ela, meu amor, e pra vocês também deveria haver
Só pra ver no que vai dar
Sair da moda e só sonhar
Sair do chão e ser feliz, enfim.

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