domingo, 24 de novembro de 2013

O íntimo do meu cabelo comprido e a barba por fazer.

Tô dando volta
Dando brecha
Pro tempo que passou
O dia nem raiou
E eu nem dormi
Não me reconheci
Desde aquele tempo
Onde eu sabia existir
Ser cor e leal ao meu endereço
A cidade me mudou
E a minha rua 
Não é mais a mesma
Eu era mais feliz
Preciso admitir
Nem aproveitei
O fundo da minha casa
O violão e as telhas sujas
Pessoas são como corujas
Te observam sem ao menos conhecer
Toda relação envolve vida no começo
Mas depois a luta é não deixar morrer.



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